Quem é

Subtenente Gonzaga

Origem humilde, vivência real na tropa. Mais de trinta anos de farda e de luta de classe: da Polícia Militar à Câmara dos Deputados, sempre do lado da tropa.

Décimo filho dos lavradores Pedro José Ribeiro e Maria da Conceição Ribeiro, o Subtenente Gonzaga tem 14 irmãos. É casado com Cláudia Pinto Santos, com quem tem dois filhos: Luiz Eduardo Santos Ribeiro, nascido em 1998, e Beatriz Santos Ribeiro, nascida em 2007.

Na Polícia Militar

No início de 1982 ingressou na Polícia Militar de Minas Gerais, no então Batalhão Florestal: fez a escola de recruta no BPChoque e seguiu para Caratinga. Em 1984 concluiu o Curso de Formação de Cabos no 6º BPM, em Governador Valadares, e foi para o 14º BPM, em Itabira. Em 1985 entrou no Curso de Formação de Sargentos e foi classificado no Batalhão de Trânsito. Passou pela Ajudância Geral em 1990 e pela então Diretoria de Promoção Social em 1992, onde assumiu a Diretoria Financeira do clube dos Subtenentes e Sargentos.

Em 1987 entrou no curso de Comunicação Social do Centro Universitário Newton Paiva e se formou em Relações Públicas em 1990. Entre 1992 e 1994 foi diretor da Associação Brasileira de Relações Públicas.

Dirigente de classe

Começou a vida de dirigente classista em 1989. Foram 20 anos como diretor da Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares de Minas Gerais, com quatro mandatos à frente da entidade.

Participou do Movimento Reivindicatório de 1997 e foi um dos nove militares da Comissão de Negociação com o Governo. Sentou à mesa com o Estado em 1997, 2000, 2003, 2004, 2007, 2010, 2011, 2019 e 2022, sempre defendendo salário, carreira, condições de trabalho e direitos de policiais e bombeiros militares, policiais penais, civis e socioeducativos.

Na Câmara dos Deputados

Em 2010 disputou a eleição para deputado federal e recebeu 58.984 votos, sem se eleger. Tomou posse como primeiro suplente em maio de 2014 e, no mesmo ano, foi eleito Deputado Federal pelo PDT/MG, com 93.997 votos. Foi reeleito em 2018 e cumpriu dois mandatos completos. Em 2026 voltou a ser eleito Deputado Federal, agora pelo PL/MG.

Na Câmara, destacou-se pela defesa firme dos profissionais da segurança pública, com diálogo constante com a base. Teve papel relevante no fortalecimento do movimento classista em nível nacional, com destaque para a defesa do Ciclo Completo de Polícia (PEC 431/2014) e o apoio à PEC 18, de fortalecimento das forças de segurança pública.

Atuou em propostas sobre o Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), defendendo mais rigor para quem atenta contra agentes de segurança, e foi peça-chave na construção do Sistema de Proteção Social dos Militares, que garantiu em lei direitos como integralidade, paridade, promoção trintenária e transferência para a reserva por tempo de serviço. Também teve atuação decisiva para deixar os militares fora da Reforma da Previdência (PEC 06/2019) e pela criação da Polícia Penal (Emenda Constitucional 104/2019).

Em Minas, contribuiu para o reconhecimento da lavratura do TCO pela PMMG e para a criação do auxílio-invalidez para militares, além de destinar mais de R$ 36 milhões à Polícia Militar, ao Corpo de Bombeiros e ao Colégio Tiradentes.

Leis com a participação do Gonzaga

  • Lei nº 13.967/2019: acabou com a prisão disciplinar para policiais e bombeiros militares.
  • Lei Complementar nº 191/2022: garante a contagem de tempo para quinquênios, biênios e anuênios de militares e servidores da saúde.
  • Lei nº 13.675/2018: criou o Sistema Único de Segurança Pública, preservando a autonomia de cada órgão.
  • Lei nº 14.322/2022: impede a devolução de bens usados no tráfico de drogas.
  • Lei nº 13.165/2015: garantiu o voto em trânsito para militares e profissionais da segurança.
  • Lei nº 13.449/2017: criou o Dia Nacional do Policial e do Bombeiro Militar.
  • Lei nº 13.142/2015: tornou hediondo o crime contra agentes de segurança pública.
  • Lei nº 13.964/2019 (Pacote Anticrime): endureceu as regras de progressão de pena.
  • Lei nº 13.755/2018: isenção de IPI e IOF para veículos híbridos e elétricos de taxistas e pessoas com deficiência.

Quero usar a política para fazer luta de classe, e não usar a classe para fazer luta política.

Subtenente Gonzaga